Certas operações matemáticas confundem as pessoas, pois muitas vezes não vemos ela ocorrendo. Ou parece estar faltando algo.

Mais uma vez, utilizando a Yupana Inca e os ábacos, apresentamos o famoso 'vai 1' que aparece na soma, mas desta vez como algo visível que complementa uma ação.

Texto disponível em: https://historytracers.org/ind....ex.html?page=class_c

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Divulgação da seleção do filme Semente Mba'emo Ra'y Jevy - Semente do Retorno na 21°a Mostra de Cinema de Ouro Preto - TVUFOP.

@universoproducao
#repost @semente_do_retorno
#mostradecinemadeouropreto

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Estamos juntos!
Traga seu coletivo pra somar!!!

Ambim ererré, nimparén. Amanhã é mais um dia, cheio de trabalho. Que os anjos marét nos concedam bons sonhos esta noite 🙏🏼

Povos Indígenas e a Construção de Novas Fintechs
Os povos indígenas sempre desenvolveram formas próprias de organização econômica, baseadas na reciprocidade, na coletividade e no fortalecimento das comunidades. Com o avanço das tecnologias digitais, surgem oportunidades para que essas formas de organização também estejam presentes no sistema financeiro do futuro.
Fintechs indígenas e iniciativas de tecnologia desenvolvidas por povos originários podem ampliar o acesso a pagamentos digitais, inclusão financeira, comércio eletrônico, economia solidária e circulação de recursos dentro das próprias comunidades. Essas soluções permitem que aldeias, indígenas urbanos, artesãos, produtores culturais e empreendedores tenham mais autonomia sobre suas atividades econômicas.
Assim como o Pix demonstrou que o Brasil pode criar sua própria infraestrutura financeira, os povos indígenas também podem desenvolver plataformas, fintechs e redes digitais alinhadas aos seus valores culturais, fortalecendo a soberania tecnológica, a autonomia econômica e o protagonismo dos povos originários na transformação digital do país.
Tecnologia indígena não é apenas inclusão digital. É autonomia, soberania e o direito de construir o próprio futuro.
Para o etnias.site, a tecnologia deve servir aos povos originários, criando pontes entre ancestralidade e inovação, garantindo que as comunidades indígenas participem ativamente da economia digital e das novas formas de pagamento do século XXI.

O Pix foi projetado e operado pelo Banco Central do Brasil, mas várias empresas e instituições ajudaram na infraestrutura e na integração com bancos e fintechs.

Como funciona a estrutura do Pix

O Banco Central opera os sistemas centrais:

SPI (Sistema de Pagamentos Instantâneos): onde ocorre a liquidação das transferências.

DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transacionais): banco de dados das chaves Pix (CPF, e-mail, telefone e chave aleatória).


Empresas que ajudaram bancos e fintechs a se conectar ao Pix

Muitas instituições não desenvolveram tudo do zero. Elas contrataram empresas especializadas para fazer a comunicação com o Banco Central e a rede financeira nacional.

Entre as mais conhecidas estão:

[Matera](https://www.matera.com?utm_source=chatgpt.com)

[Dock (antiga Conductor)](https://dock.tech?utm_source=chatgpt.com)

[C&M Software](https://www.cmsw.com.br?utm_source=chatgpt.com)

[CRK Informática](https://www.crk.com.br?utm_source=chatgpt.com)


Essas empresas fornecem plataformas que permitem que bancos, cooperativas e fintechs realizem operações Pix sem precisar construir toda a infraestrutura de integração com o Banco Central do zero.

Empresas de telecomunicações e rede

O Pix utiliza a RSFN (Rede do Sistema Financeiro Nacional), uma rede privada altamente segura utilizada pelo sistema bancário brasileiro.

Segundo especialistas do setor, a conectividade dedicada entre participantes e a infraestrutura financeira nacional envolve empresas como:

[RTM (Rede de Telecomunicações para o Mercado)](https://www.rtm.net.br?utm_source=chatgpt.com)

[Claro Empresas](https://www.claro.com.br/empre....sas?utm_source=chatg


Essas empresas fornecem parte da infraestrutura de comunicação segura utilizada pelo mercado financeiro.

Bancos e fintechs que participaram desde o início

Além da infraestrutura, centenas de instituições ajudaram a validar e popularizar o sistema, incluindo:

[Banco do Brasil](https://www.bb.com.br?utm_source=chatgpt.com)

[Caixa Econômica Federal](https://www.caixa.gov.br?utm_source=chatgpt.com)

[Bradesco](https://banco.bradesco?utm_source=chatgpt.com)

[Itaú Unibanco](https://www.itau.com.br?utm_source=chatgpt.com)

[Santander Brasil](https://www.santander.com.br?u....tm_source=chatgpt.co

[Nubank](https://nubank.com.br?utm_source=chatgpt.com)

[PicPay](https://picpay.com?utm_source=chatgpt.com)

[PagBank](https://pagbank.com.br?utm_source=chatgpt.com)

[Mercado Pago](https://www.mercadopago.com.br....?utm_source=chatgpt.


Mais de 700 instituições já estavam homologadas para operar o Pix no lançamento em 2020.

Resumindo: o Banco Central criou e opera o Pix, mas empresas como Matera, Dock, C&M Software e outras forneceram tecnologia para que bancos e fintechs pudessem se conectar ao sistema e oferecer o Pix aos seus clientes.

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As pessoas não entenderem a diferença entre etnia e raça é irritante. Raça é um conceito pseudocientífico e sociopolítico, totalmente inventado para discriminar as pessoas por suas características físicas. Etnia é pertencimento a um povo que compartilha a mesma origem, identidade e cultura.

Indígenas podem ter cabelo crespo, liso, ondulado, preto, castanho, loiro, ruivo. Pele clara ou escura. Olho puxado ou não, castanhos ou azuis. O que importa é o povo ao qual pertence, a cultura com a qual cresceu, a herança que carrega no dia a dia.

Ter feições indígenas esteriotipadas não faz ninguém ser automaticamente indígena. De que adianta ter "cara de 1ndio" e pensar, agir e falar como o colonizador? De que adianta ter a cor da terra se não sabe nada sobre suas raizes? É preciso envolvimento com alguma comunidade. É preciso ser acolhido.

O óbvio ainda precisa ser dito.