Muito bom acordar com os passarinhos, ouvindo os primeiros sabiás e bem-te-vis, e começar o dia apreciando o nascer do sol. Tepó jithá kiak mung! Me sinto mais disposta. Nós fomos feitos para uma vida tranquila, sincronizada com o ciclo da natureza.
A cidade tenta mudar nosso ritmo natural para sermos produtivos. Aqui em São Paulo, passarinhos têm insônia e cantam à noite, porque confundem as luzes artificiais com o amanhecer. Assim, bicho e gente, todos ficamos doentes.
Não podemos ceder às pressões da urbanização e do capitalismo, temos que retomar o estilo de vida ancestral. Brancos, negros, indígenas e todas as outras raças e etnias: todos devemos nos reconectar com nossa natureza. É isso o que Deus, o Grande Espírito, quer para nós.