Raízes Caboclas, no festival 092, do Bar Caldeira, no Mercado de Origem.

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Raízes Caboclas, no festival 092, do Bar Caldeira, no Mercado de Origem.

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Ola parentes! minhas redes sociais para quem quiser me seguir ou adicionar como amigos,ficarei feliz em recebe-lo (a).
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Fala, meu povo bonito! E tá disponível em todas as plataformas digitais de streaming de música e tbm no YouTube!

Spotify:
https://open.spotify.com/album..../2Ud0MoTd4X7ZZkJRMbZ

YouTube Music:
https://music.youtube.com/play....list?list=OLAK5uy_ne

Basta procurar Rammil Flexa e vocês encontrarão o EP - Tás Querendo Voltar! ❤️

Confiram lá e comentem aqui o que acharam? Beijão, meu povo! ❤️

#amazonas #manaus #brega #calypso #piseiro

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Kuarahy R compartilhou um post  
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Para alguns, R$ 200 representam a comida do mês. Para outros, R$ 2.000 ainda parecem pouco. Mas, quando chegou a hora de "valorizar" ou "limpar" nossa cultura para colocá-la em um palco, tudo foi reduzido a dinheiro e espetáculo.
O sistema não precisa convencer todos. Basta encontrar alguns rostos indígenas dispostos a legitimar sua narrativa. Enquanto isso, muitos parentes acabam comemorando e compartilhando a festa, sem perceber que nossa luta é muito maior do que um evento, um cachê ou alguns minutos de visibilidade.
Nossa luta é por território, por respeito, por autonomia, por soberania digital, pela proteção dos nossos conhecimentos e pelo direito de sermos protagonistas da nossa própria história. Cultura não é espetáculo. Nossa identidade não pode ser usada como cenário para fortalecer interesses de quem nunca caminhou ao nosso lado.
Precisamos refletir: estamos ocupando espaços para transformar o sistema ou estamos sendo usados para fortalecer um sistema que continua decidindo por nós?

Para alguns, R$ 200 representam a comida do mês. Para outros, R$ 2.000 ainda parecem pouco. Mas, quando chegou a hora de "valorizar" ou "limpar" nossa cultura para colocá-la em um palco, tudo foi reduzido a dinheiro e espetáculo.
O sistema não precisa convencer todos. Basta encontrar alguns rostos indígenas dispostos a legitimar sua narrativa. Enquanto isso, muitos parentes acabam comemorando e compartilhando a festa, sem perceber que nossa luta é muito maior do que um evento, um cachê ou alguns minutos de visibilidade.
Nossa luta é por território, por respeito, por autonomia, por soberania digital, pela proteção dos nossos conhecimentos e pelo direito de sermos protagonistas da nossa própria história. Cultura não é espetáculo. Nossa identidade não pode ser usada como cenário para fortalecer interesses de quem nunca caminhou ao nosso lado.
Precisamos refletir: estamos ocupando espaços para transformar o sistema ou estamos sendo usados para fortalecer um sistema que continua decidindo por nós?

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