Yapoquiá, parentes! Temos parentes de Goiás aqui? Senti falta de um grupo nosso... precisamos nos organizar mais aqui no estado! Iamácúê!

18 C

Se preocupar e agir em favor da população mais vulnerável, trabalhando para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, comprometida com quem mais precisa num momento de crise.

imageimage

Se preocupar e agir em favor da população mais vulnerável, trabalhando para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, comprometida com quem mais precisa num momento de crise.

image

Se preocupar e agir em favor da população mais vulnerável, trabalhando para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, comprometida com quem mais precisa num momento de crise.

image

Se preocupar e agir em favor da população mais vulnerável, trabalhando para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, comprometida com quem mais precisa num momento de crise.

imageimage
Caio Melo Mudou sua imagem de perfil
18 C

image

Awá será umupinima-putari u murekuyara mensagem-itá nheẽ gatu rupí? Ixé aiupirũ kuíri nhuntu, asuí apuraĩ purakisawa-itá

Nós tangenciamos o planeta? Pode ser que algumas pessoas achem a pergunta estranha, por terem memorizado que a tangente é seno sobre cosseno. Neste texto, em vez de definir tangente por uma fórmula, a partir de círculos e triângulos entendemos o que é uma tangente, auxiliando as pessoas a sair do plano.

Texto disponível em: https://historytracers.org/ind....ex.html?page=atlas&a

image

Gratidão pelo acolhimento, aprendendo a navegar na página.

18 C

Ramon Jucar é uma pessoa não binária, indígena do povo Potiguara Ibirapi (Ceará-Mirim/RN), formada em audiovisual pelo Instituto Federal de Brasília (IF.
Com 24 anos, atua no Distrito Federal como ativista de tecnologia e cultura ancestral, utilizando o audiovisual como ferramenta de luta, memória e retomada. É reconhecide como cineasta de guerrilha, produzindo narrativas que confrontam o apagamento indígena e fortalecem identidades originárias no contexto urbano.
Também é liderança na Ocupação Cultural Mercado Sul Vive, em Taguatinga (DF), espaço de resistência cultural e articulação política que reúne artistas, indígenas, periféricos e movimentos sociais.
Sua atuação conecta soberania digital, ancestralidade e comunicação independente, fortalecendo redes de resistência e visibilidade indígena nas cidades.