conversando com uma parente sobre até onde vai a retomada, chegamos à conclusão de que ela não tem prazo nem ponto final, na verdade, é muito cotidiano, atravessando vários espaços e vivendo nas nossas escolhas.
a retomada não é um momento, é um processo que sempre foi, é e sempre será diária.
está nos instrumentos das nossas músicas, nas nossas artes, nas produções que fazemos e na forma como existimos. estamos nesse processo todos os dias.