Amanda Falcon Mudou sua imagem de perfil
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Dead Pioneers - Bad Indian
Dead Pioneers - Colorado, EU. É um grupo punk de Denver liderado pelo indígena Gregg Deal, membro da Tribo Paiute de Pyramid Lake. Sua música é uma mistura de punk, spoken word e ativismo, abordando questões políticas e sociais sob uma perspectiva indígena, com temas como identidade, resistência e comentários culturais.
#punkrock

Mayla Costa Mudou sua imagem de perfil
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Para um futuro possível, em quê vc está contribuindo??

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Depois de um século sem meu cel consegui ligar ele porém só com metade da tela haha q fim de ano dela

Mother Earth - ¿acaso no somos muchos?
Mother Earth - Sololá/Chimaltenango, GTM.
Crust punk d-beat indígena guatemalteco maya k'iche' & kaqchikel.

https://motherearthcrust.bandc....amp.com/album/ukux-u

#crust #dbeat #punk #guatemala #maya #indígena

Ronaldo Santos Mudou sua imagem de perfil
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Coragem
e exemplo para todos nós.
Vitória na luta, parente!

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Diálogos nascem de encontros. Encontro de quem fala, quem escuta e o propósito genuíno de entendimento da mensagem. Em tempos de polarização extrema, o alinhamento sensível e versátil dessas partes é fundamental para gerar conexão, diálogo saudável, entendimento e melhores decisões.

Percebe-se tantos conflitos entre parentes por causa de conceitos e definições colonizadas, que às vezes ficam soterrados os objetivos e as metas de todos os povos. Discutimos quem é mais indígena, como indígenas devem se parecer, onde devem morar, as palavras que devem usar, e nisso, os conflitos já nascem.

Quando isso acontece, perde-se a harmonia necessária para dialogar sobre o que realmente importa, por exemplo, a conquista de direitos, o fim do marco temporal, a demarcação de terras e tantos outros assuntos fundamentais.

Enfim, o entendimento e o foco levam à vitória. Diálogos não apagam diferenças, nem convencem pessoas, mas direciona a energia para o que importa, ou seja, direitos, território e futuro.

POR: Icy Porã Katú-awá Coroado

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Diálogos nascem de encontros. Encontro de quem fala, quem escuta e o propósito genuíno de entendimento da mensagem. Em tempos de polarização extrema, o alinhamento sensível e versátil dessas partes é fundamental para gerar conexão, diálogo saudável, entendimento e melhores decisões.

Percebe-se tantos conflitos entre parentes por causa de conceitos e definições colonizadas, que às vezes ficam soterrados os objetivos e as metas de todos os povos. Discutimos quem é mais indígena, como indígenas devem se parecer, onde devem morar, as palavras que devem usar, e nisso, os conflitos já nascem.

Quando isso acontece, perde-se a harmonia necessária para dialogar sobre o que realmente importa, por exemplo, a conquista de direitos, o fim do marco temporal, a demarcação de terras e tantos outros assuntos fundamentais.

Enfim, o entendimento e o foco levam à vitória. Diálogos não apagam diferenças, nem convencem pessoas, mas direciona a energia para o que importa, ou seja, direitos, território e futuro.

POR: Icy Porã Katú-awá Coroado

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