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Artista, designer e professora indígena, nasceu em Alves de Barros, uma pequena aldeia no estado de Mato Grosso do Sul na região Centro-Oeste do Brasil. A nação Kadiwél, conhecida por ter defendido o Brasil na Guerra do Paraguai, são conhecidos como indígenas cavaleiros, pois dominam arco e flecha sobre cavalos. Essa mesma forte tradição pode ser vista e expressa nos grafismos do corpo e da cerâmica.
Trazendo toda essa ancestralidade para a moda, Benilda deu projeção ao grafismo de sua nação. Mas sua arte não se limitou às formas e cores tradicionais, nas letras também encontrou força e reconhecimento, conquistando o prêmio Jabuti, maior premiação literária de Pindó Mar’anhãn.
A parente sempre se interessou por moda, e se aproximava ainda mais desse universo quando seu avô comprava para ela revistas desse segmento. Desde 2015, promove eventos culturais em sua aldeia, aproximando o fazer artístico da comunidade e ampliando o diálogo entre tradição e contemporaneidade.
Convidada a compartilhar seus poemas, integrou o grupo que deu origem ao premiado trabalho coletivo Guerreiras da Ancestralidade, com o seu poema Sonhado, organizada por Eva Potiguara. Como ela mesma afirma, “a arte e a poesia sempre foram importantes para o fortalecimento da minha identidade, ampliaram a visão de mundo das pessoas e o respeito ao meu redor, foram espaços de expressão e participação”.
Fazendo a devida reverência a parente Benilda Kadiwél, podemos dizer que ela traz protagonismo às peculiaridades de sua nação em traços, versos e tecidos, visibilizando com excelência, a perspectiva indígena de arte na moda e na literatura.
POR: Icy Porã Katú-awá Coroado
Artista, designer e professora indígena, nasceu em Alves de Barros, uma pequena aldeia no estado de Mato Grosso do Sul na região Centro-Oeste do Brasil. A nação Kadiwél, conhecida por ter defendido o Brasil na Guerra do Paraguai, são conhecidos como indígenas cavaleiros, pois dominam arco e flecha sobre cavalos. Essa mesma forte tradição pode ser vista e expressa nos grafismos do corpo e da cerâmica.
Trazendo toda essa ancestralidade para a moda, Benilda deu projeção ao grafismo de sua nação. Mas sua arte não se limitou às formas e cores tradicionais, nas letras também encontrou força e reconhecimento, conquistando o prêmio Jabuti, maior premiação literária de Pindó Mar’anhãn.
A parente sempre se interessou por moda, e se aproximava ainda mais desse universo quando seu avô comprava para ela revistas desse segmento. Desde 2015, promove eventos culturais em sua aldeia, aproximando o fazer artístico da comunidade e ampliando o diálogo entre tradição e contemporaneidade.
Convidada a compartilhar seus poemas, integrou o grupo que deu origem ao premiado trabalho coletivo Guerreiras da Ancestralidade, com o seu poema Sonhado, organizada por Eva Potiguara. Como ela mesma afirma, “a arte e a poesia sempre foram importantes para o fortalecimento da minha identidade, ampliaram a visão de mundo das pessoas e o respeito ao meu redor, foram espaços de expressão e participação”.
Fazendo a devida reverência a parente Benilda Kadiwél, podemos dizer que ela traz protagonismo às peculiaridades de sua nação em traços, versos e tecidos, visibilizando com excelência, a perspectiva indígena de arte na moda e na literatura.
POR: Icy Porã Katú-awá Coroado