Apuawa compartilhou um post  
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Nação Guarani-Kaiowá denuncia “chuva de veneno”, ou seja, os agrotóxicos que são pulverizados em fazendas vizinhas chegam a contaminar o ambiente por completo.
Crianças e idosos apresentam sintomas graves, então, a saúde, a cultura e futuro ficam comprometidos.
A comunidade protestou ocupando a Fazenda Ipuitã, dentro da Terra Indígena Guyraroká e teve uma resposta violenta: balas de borracha e repressão da Força Nacional.
Continuamos resistindo, entre veneno e violência, lutando pelo direito de viver.

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Não mais,
só amanhã... 😅😅

https://etnias.site/read-blog/68_carta-ao-rei-de-portugal-2025.html
https://etnias.site/read-blog/....68_carta-ao-rei-de-p

Carta ao rei de Portugal  2025
etnias.site

Carta ao rei de Portugal 2025

CARTA AO REI DE PORTUGAL 2024 <br> <br>Aos 21 dias do mês de agosto do ano de 2024, <br>Posto que o Capitão-mor desta vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova situação e atualização desta vossa terra nova continuamos a
Ingorar Hã hã hãe compartilhou um post  
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Denúncia e Visibilidade
Há 8 anos, o povo Turiwara, na região de Tomé-Açu (Pará), luta para acessar o direito às cotas indígenas na UFPA.
O que deveria ser uma porta de inclusão virou barreira: a universidade insiste em negar esse direito sob o argumento de que “o povo não existe”.
Essa prática é invisibilização institucional.
A Constituição de 1988 reconhece os povos indígenas e garante seus direitos, baseados na autoidentificação e no reconhecimento comunitário, reforçados pela Convenção 169 da OIT.
Negar a existência do povo Turiwara é negar a história, a memória e a resistência que atravessam séculos.
O povo Turiwara não só existe, como está em processo de retomada, reafirmando sua identidade, sua ancestralidade e o direito de seus jovens de acessar o ensino superior. A negação da UFPA não é um caso isolado: ela reflete um padrão de exclusão que tenta determinar, de fora, quem é ou não indígena.
Exigimos que a UFPA respeite a Constituição e o direito dos povos de se autodeclarar e se organizar. O direito à educação diferenciada e inclusiva não pode ser bloqueado por racismo institucional ou pela negação da existência de um povo.
O povo Turiwara resiste.
Eles existem. Eles lutam.
E não será a caneta de uma instituição que apaga

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Angabaiara Potyguara compartilhou um post  
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Nação Guarani-Kaiowá denuncia “chuva de veneno”, ou seja, os agrotóxicos que são pulverizados em fazendas vizinhas chegam a contaminar o ambiente por completo.
Crianças e idosos apresentam sintomas graves, então, a saúde, a cultura e futuro ficam comprometidos.
A comunidade protestou ocupando a Fazenda Ipuitã, dentro da Terra Indígena Guyraroká e teve uma resposta violenta: balas de borracha e repressão da Força Nacional.
Continuamos resistindo, entre veneno e violência, lutando pelo direito de viver.

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Nação Guarani-Kaiowá denuncia “chuva de veneno”, ou seja, os agrotóxicos que são pulverizados em fazendas vizinhas chegam a contaminar o ambiente por completo.
Crianças e idosos apresentam sintomas graves, então, a saúde, a cultura e futuro ficam comprometidos.
A comunidade protestou ocupando a Fazenda Ipuitã, dentro da Terra Indígena Guyraroká e teve uma resposta violenta: balas de borracha e repressão da Força Nacional.
Continuamos resistindo, entre veneno e violência, lutando pelo direito de viver.

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Nação Guarani-Kaiowá denuncia “chuva de veneno”, ou seja, os agrotóxicos que são pulverizados em fazendas vizinhas chegam a contaminar o ambiente por completo.
Crianças e idosos apresentam sintomas graves, então, a saúde, a cultura e futuro ficam comprometidos.
A comunidade protestou ocupando a Fazenda Ipuitã, dentro da Terra Indígena Guyraroká e teve uma resposta violenta: balas de borracha e repressão da Força Nacional.
Continuamos resistindo, entre veneno e violência, lutando pelo direito de viver.

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De volta aqui na plataforma, e a UI tá lindooona caraaaa, que issooo

Karuan Tataenday compartilhou um post  
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povo turiwara

1 y

Vivem na Terra Indígena Tembé, próxima ao município de Tomé-Açu, no Pará, e também em áreas do Amazonas.
A população Turiwara é relativamente pequena, com cerca de 600 indivíduos, segundo dados de 2010.
Os Turiwara foram encontrados no início do século XIX no Baixo Tocantins.
As mulheres Turiwara são conhecidas por confeccionar redes e cerâmicas.
Os Turiwara enfrentam conflitos relacionados à invasão de suas terras e à pressão de atividades econômicas, como a mineração, que causam impactos ambientais.
Recentemente, indígenas Turiwara realizaram manifestações e ocupação para denunciar invasões em seu território

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