Descobrir PostagensExplore conteúdo cativante e diversas perspectivas em nossa página Descobrir. Descubra novas ideias e participe de conversas significativas
LinkedIn é uma rede social que diz valorizar diversidade, inclusão e impacto social, mas, na prática, ignora as causas indígenas.
Quando falamos de demarcação, direitos, violência, invisibilidade profissional ou representatividade indígena, o silêncio domina. Postagens sobre nossas pautas têm pouco alcance, pouco engajamento e quase nenhuma visibilidade nos espaços “profissionais” da plataforma.
Enquanto isso, campanhas corporativas superficiais ganham destaque e narrativas indígenas reais, urgentes e necessárias continuam sendo tratadas como algo “não profissional” e nossas vozes são filtradas pelo algoritmo que decide quem merece ser visto.
Nós, povos indígenas, estamos construindo tecnologia, liderando projetos, empreendendo, pesquisando, inovando, mas seguimos invisibilizados.
O LinkedIn não pode defender diversidade apenas em datas comemorativas. Não pode celebrar inclusão enquanto ignora as primeiras nações deste território.
Se a plataforma quer falar de futuro do trabalho, precisa reconhecer quem protege o futuro da Terra. Se quer falar de liderança, precisa enxergar quem lidera desde antes da colonização. Se quer falar de inovação, precisa reconhecer nossos saberes que existem há milhares de anos.
POR: Karuan Tataenday
LinkedIn é uma rede social que diz valorizar diversidade, inclusão e impacto social, mas, na prática, ignora as causas indígenas.
Quando falamos de demarcação, direitos, violência, invisibilidade profissional ou representatividade indígena, o silêncio domina. Postagens sobre nossas pautas têm pouco alcance, pouco engajamento e quase nenhuma visibilidade nos espaços “profissionais” da plataforma.
Enquanto isso, campanhas corporativas superficiais ganham destaque e narrativas indígenas reais, urgentes e necessárias continuam sendo tratadas como algo “não profissional” e nossas vozes são filtradas pelo algoritmo que decide quem merece ser visto.
Nós, povos indígenas, estamos construindo tecnologia, liderando projetos, empreendendo, pesquisando, inovando, mas seguimos invisibilizados.
O LinkedIn não pode defender diversidade apenas em datas comemorativas. Não pode celebrar inclusão enquanto ignora as primeiras nações deste território.
Se a plataforma quer falar de futuro do trabalho, precisa reconhecer quem protege o futuro da Terra. Se quer falar de liderança, precisa enxergar quem lidera desde antes da colonização. Se quer falar de inovação, precisa reconhecer nossos saberes que existem há milhares de anos.
POR: Karuan Tataenday
O governo esperou exatamente a COP 30 para demarcar terras indígenas, o que poderia ter feito antes. Não me surpreende a vara de manobra.
O governo esperou exatamente a COP 30 para demarcar terras indígenas, o que poderia ter feito antes. Não me surpreende a vara de manobra.