kaaru porã!

hoje ia ser legal um almoço entre pares to me sentindo sozinho e com mt fome akkakakakaka

Poronga A'ra parentes!
Uma reflexão...
Tinha feito um vídeo essa semana, após acompanhar as notícias dos parentes de Tomé-Açu que ocuparam os órgãos públicos reivindicando pela construção de uma escola e um posto de saúde, e passou um filme na minha cabeça, por aqui passarmos por algo muito parecido também. Longe de falar enquanto representante do meu povo ou como liderança rs (deixo isso pra quem tem uma sede medonha de acumular títulos) aqui está mais para um lamento, enquanto uma indígena atravessada pelo racismo lá fora e aqui dentro atravessada pelo machismo, (somos a cidade no Piauí com o maior índice de violência contra a mulher indígena) e em ambos os espaços pelo capacitismo. Afinal, eu só posso ser louca, né? Reconheço com muito orgulho minha neurodiversidade e nem por isso o que passo é motivo de invalidez.
"Adrya, problema que dá lucro não tem solução, você tem que aproveitar e viver o personagem que eles (brancos) querem" Foi o conselho que recebi de quem está dentro, vivendo dessas migalhas...E coube a mim, depois disso soltar a corda e procurar um mínimo de paz. Imagina viver uma vida em total apagamento, pra quando me autoafirmar, ter que viver de fingir ser o que o branco imagina de mim? E tem sido esse o desafio, no último estado a reconhecer a existência de povos indígenas, em um estado entregue às mineradoras, ao agronegócio, indígenas corrompidos pelo sistema, onde a gente não fala porque corre risco de vida. É ameaçada pelas mentiras dos próprios "parentes" que participam do business. Eu vivi pra ver indígena emitir nota de repúdio e apoio a instituições racistas porque indígenas estavam reivindicando ter acesso a educação em seus territórios. Eu vivi pra ver racistas professores que agridem e assediam alunos indígenas continuarem em seus cargos intactos, nossas denúncias arquivadas... Em 2023, uma aluna foi morta dentro da universidade, foi preciso uma jovem negra morrer para fazerem uma resolução, que nada serve nem se aplica. E tem quem diga (mulheres) que "ela cassou", tem quem diga que o assassino não tem culpa, "foi o exu dele", que temos que "compreender"...Liderança ameaça riscar a faca na própria esposa e subir no palco no dia 8 de março e dar palestra... Enquanto mulheres indigenas não podem estudar, não podem ter celular, não pode ter sequer email próprio para entrar na conta gov. Liderança ameaça estudante mulher indígena porque não pode falar em sala de aula sobre a comunidade, exclui do grupo da comunidade, exclui do programa de aquisição de alimentos, gente? A colonização corrompeu todo mundo mesmo, tem gente querendo ser Deus, rei, vê só...E isso nem é só sobre raça. Porque a terra vai comer do mesmo jeito, a morte toma de conta. Mas até lá, é luta viu? Paz é o diploma que se recebe só na morte, e olhe lá. Desejo força e fé na espiritualidade porque ela quem sustenta nós pra mais um dia de vida e suspiro nesse plano. E vai passar, porque nada dura pra sempre, pra quem tem fé, errado não tem caminho e é com propósito, com espinho e com caco que vamos seguir nosso propósito.
Vamos cuidar, um dia de cada vez, a semana tá só começando, okê!

Arte: @isa.muria

08/02/26

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Júnior Pereira Nabure Ikare Mudou sua imagem de perfil
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Ge Awá Pinheiro adicionou novas fotos Hayhú Ge Awá
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🚨 Denúncia: Indígenas flagram suspeitos armados com Starlink dentro de território indígena
Na tarde de hoje, indígenas identificaram um veículo parado por mais de duas horas dentro do território indígena, portando equipamento de internet via satélite Starlink. Os ocupantes do carro estavam armados e encapuzados, utilizando uniformes de uma empresa privada, o que gerou alerta imediato entre a comunidade.
Diante da situação, os indígenas conseguiram conter os suspeitos, que permaneciam no interior do território sem autorização. Durante a abordagem, os suspeitos afirmaram atuar a serviço de uma empresa privada.
Os indígenas forçaram os suspeitos a realizar ligações telefônicas para seus superiores. Um dos nomes citados foi o de um tenente identificado como Israel, que posteriormente chegou ao local. Segundo os relatos, houve diversas articulações no local, com tentativas de justificar a presença do grupo armado dentro do território.
Ainda conforme o relato, os próprios envolvidos informaram que estariam trabalhando para interesses ligados ao governador, a uma empresa Sapucaia, ao prefeito da região e ao poder publico.
O caso gerou medo e tensão entre os indígenas, que denunciam a presença de grupos armados, estrutura de comunicação avançada e possível atuação organizada dentro de território indígena, levantando sérias preocupações sobre invasão, vigilância ilegal e violação de direitos territoriais.
As lideranças indígenas cobram investigação imediata, apuração das responsabilidades e providências urgentes para garantir a segurança das comunidades e a proteção do território.

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Deborest Navarro compartilhou um post  
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Força para os parentes que estão na Luta em Santarém 🏹

eu influenciade pelo post

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Resumo Geral – Denúncia do Povo Turiwara (Tomé-Açu – PA)
O povo indígena Turiwara, localizado no município de Tomé-Açu, no estado do Pará, vem a público denunciar um conjunto de violações de direitos, envolvendo negação de políticas públicas básicas, repressão institucional e invasão de território indígena, ocorridas após a comunidade reivindicar, de forma legal e legítima, o direito à educação e à saúde dentro de seu território.
Inicialmente, o povo Turiwara solicitou formalmente ao município de Tomé-Açu a construção de uma escola indígena e de um posto de saúde dentro da terra indígena, conforme garantido pela Constituição Federal e pela legislação específica sobre educação escolar indígena. O pedido foi negado pela prefeitura, sem a apresentação de alternativas que respeitassem o território e a organização social do povo.
Diante da negativa do poder público municipal, o povo Turiwara se organizou coletivamente, levantou recursos próprios e cumpriu todas as exigências legais, solicitando apenas a autorização do município para construir a escola dentro do território indígena. Mesmo com os recursos garantidos, o prefeito de Tomé-Açu se recusou a autorizar a obra no território, exigindo que a escola fosse construída fora da terra indígena, em área do município, o que, na avaliação da comunidade, descaracteriza a educação indígena diferenciada e impõe riscos à segurança, à cultura e à permanência das crianças no território.
Após essa recusa, a comunidade passou a relatar um aumento significativo da repressão política e institucional, caracterizada por intimidações, ameaças veladas e ações que geraram medo e insegurança entre os indígenas.
Esse cenário se agravou no dia 7 de fevereiro, quando o povo Turiwara identificou a presença de uma empresa privada de segurança dentro do território indígena, com homens encapuzados, armados com armas de fogo e utilizando equipamento de comunicação via satélite (Starlink). O grupo permaneceu dentro do território por horas, em uma ação considerada pela comunidade como invasão organizada e intimidação direta.
Segundo os relatos, os indígenas conseguiram conter os suspeitos e os obrigaram a entrar em contato com seus superiores. Durante essas ligações, os próprios envolvidos afirmaram atuar a mando de interesses ligados ao poder público, citando empresa privada, o prefeito de Tomé-Açu e o governo do estado do Pará. Um tenente identificado como Israel foi acionado e compareceu ao local, onde ocorreram diversas articulações e tentativas de justificar a presença do grupo armado dentro da terra indígena.
Para o povo Turiwara, os fatos demonstram um padrão de repressão e criminalização da luta por direitos básicos, especialmente após a comunidade insistir na construção da escola dentro do território. A presença de homens armados, com estrutura de comunicação avançada, dentro de terra indígena é vista como uma grave violação de direitos constitucionais, colocando em risco a integridade física, psicológica e cultural da comunidade.
O povo Turiwara denuncia ainda a conivência do governo do estado, configurando um cenário de omissão ou participação indireta nas violações sofridas. A comunidade reforça que lutar por escola e posto de saúde dentro do território indígena não é crime, mas um direito fundamental, e que responder a essas reivindicações com repressão, intimidação e invasão territorial é inaceitável.

hahahahahhahahahahhahahhahhahahahahahahhahahaahhaha juro gente hahahahahahhhahahahhahahahahahhhhahhaa eu quando trampo e preciso de força mas to sem gengibre e guarná

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