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Alô alô! Compartilhando um trabalho escrito desenvolvido por mim no primeiro semestre do mestrado em História, Relações Internacionais e Cooperação. O trabalho fala sobre os processos de assimilação forçada de crianças indígenas nos EUA em escolas de regime interno, e como essas violências se podem inserir na teorização da violência simbólica, desenvolvida pelo sociólogo Pierre Bourdieu.

Bourdieus symbolic violence and Indian boarding schools in the USA .pdf

Alô alô! Compartilhando um trabalho escrito desenvolvido por mim no primeiro semestre do mestrado em História, Relações Internacionais e Cooperação. O trabalho fala sobre os processos de assimilação forçada de crianças indígenas nos EUA em escolas de regime interno, e como essas violências se podem inserir na teorização da violência simbólica, desenvolvida pelo sociólogo Pierre Bourdieu.

Bourdieu\\s symbolic violence and Indian boarding schools in the USA .pdf
André Vieira Mudou sua imagem de perfil
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Estive pesquisando sobre alguns metódos de governança comunitària e governança das nações indigenas, e como é diferente pra diferentes nações (ex: yanomami vs. nações do xingu vs. kayapó vs. tupiniquim) fiquei impressionado com aqueles sistemas baseados em coesão e consenso em diferentes níveis de horizontalidade vs. verticalidade
Pesquisei também sobre a distribuição do uso da terra indigena, algo importante para desmintir a ideia que indigenas tariam desperdiçando sua terra ou não usando por completo, um argumento usado por colonos pra impor seu genocídio e seu modo de uso da terra ecocída e insustentável a longo prazo, achei muito interessante os pataxó terem uma estrutura de governo de sua nação que unia diferentes aldeias, mt foda.

Mônica Lima Mura Mudou sua imagem de perfil
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sem terra, não há saúde.
y a luta por terra diz respeito ao direito ao alimento verdadeiro, moradia, existência social, memória, história, língua, comunidade, espiritualidade… ou seja: saúde.
durante todo o processo de colonização até os dias atuais, o acesso ao direito a uma vida digna diz respeito a quem pode ser ou não “humano”.
no contexto urbano, são inúmeros jogados às margens da sociedade, empobrecidos pelos constantes roubos escravagistas que atravessaram gerações y que tentam nos tornar numa legião de herdeiros de poeira.

texto completo em: https://sementeiraoriginaria.s....ubstack.com/p/saude-

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Marcos Uendel Parintintin Pereira Mudou sua imagem de perfil
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Ramon Jucar é uma pessoa não binária, indígena do povo Potiguara Ibirapi (Ceará-Mirim/RN), formada em audiovisual pelo Instituto Federal de Brasília (IF.
Com 24 anos, atua no Distrito Federal como ativista de tecnologia e cultura ancestral, utilizando o audiovisual como ferramenta de luta, memória e retomada. É reconhecide como cineasta de guerrilha, produzindo narrativas que confrontam o apagamento indígena e fortalecem identidades originárias no contexto urbano.
Também é liderança na Ocupação Cultural Mercado Sul Vive, em Taguatinga (DF), espaço de resistência cultural e articulação política que reúne artistas, indígenas, periféricos e movimentos sociais.
Sua atuação conecta soberania digital, ancestralidade e comunicação independente, fortalecendo redes de resistência e visibilidade indígena nas cidades.