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Imposições e rótulos | #religião # santos # sacerdote # xamã # santuário # pajelança # pajé # ritos # rituais
https://etnias.site/read-blog/56_pajelanca-religiao.html
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Nação Guarani-Kaiowá denuncia “chuva de veneno”, ou seja, os agrotóxicos que são pulverizados em fazendas vizinhas chegam a contaminar o ambiente por completo.
Crianças e idosos apresentam sintomas graves, então, a saúde, a cultura e futuro ficam comprometidos.
A comunidade protestou ocupando a Fazenda Ipuitã, dentro da Terra Indígena Guyraroká e teve uma resposta violenta: balas de borracha e repressão da Força Nacional.
Continuamos resistindo, entre veneno e violência, lutando pelo direito de viver.
https://etnias.site/read-blog/68_carta-ao-rei-de-portugal-2025.html
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Denúncia e Visibilidade
Há 8 anos, o povo Turiwara, na região de Tomé-Açu (Pará), luta para acessar o direito às cotas indígenas na UFPA.
O que deveria ser uma porta de inclusão virou barreira: a universidade insiste em negar esse direito sob o argumento de que “o povo não existe”.
Essa prática é invisibilização institucional.
A Constituição de 1988 reconhece os povos indígenas e garante seus direitos, baseados na autoidentificação e no reconhecimento comunitário, reforçados pela Convenção 169 da OIT.
Negar a existência do povo Turiwara é negar a história, a memória e a resistência que atravessam séculos.
O povo Turiwara não só existe, como está em processo de retomada, reafirmando sua identidade, sua ancestralidade e o direito de seus jovens de acessar o ensino superior. A negação da UFPA não é um caso isolado: ela reflete um padrão de exclusão que tenta determinar, de fora, quem é ou não indígena.
Exigimos que a UFPA respeite a Constituição e o direito dos povos de se autodeclarar e se organizar. O direito à educação diferenciada e inclusiva não pode ser bloqueado por racismo institucional ou pela negação da existência de um povo.
O povo Turiwara resiste.
Eles existem. Eles lutam.
E não será a caneta de uma instituição que apaga