Podrêras

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No Brasil colonial, os jesuítas interpretavam os costumes dos povos indígenas a partir da sua própria visão europeia. Quando viam cantos, danças e rituais após uma boa colheita, acreditavam que os indígenas estavam rezando para um “deus”, como no modelo cristão. Mas, na verdade, esses gestos eram formas de agradecer à terra, à natureza e aos ciclos da vida — não uma religião no sentido europeu, e sim uma relação espiritual com o território.

Ao mesmo tempo, os europeus impunham sua lógica de posse. Criavam casamentos entre famílias ricas para legitimar a propriedade das terras, ignorando completamente os povos indígenas que já viviam ali. A terra passava a ter “donos” no papel, apagando a existência de quem sempre pertenceu àquele lugar.

Dentro desse processo de dominação, surgiam também práticas violentas. O chamado “valão” uma grande vala — era usado para abater o gado: os animais eram conduzidos e golpeados para cair já mortos do outro lado. Esse mesmo espaço, marcado pela morte, também se tornava símbolo da violência contra os povos indígenas, muitos dos quais foram levados, forçados ou perderam suas vidas nesse contexto.

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No Brasil colonial, os jesuítas interpretavam os costumes dos povos indígenas a partir da sua própria visão europeia. Quando viam cantos, danças e rituais após uma boa colheita, acreditavam que os indígenas estavam rezando para um “deus”, como no modelo cristão. Mas, na verdade, esses gestos eram formas de agradecer à terra, à natureza e aos ciclos da vida — não uma religião no sentido europeu, e sim uma relação espiritual com o território.

Ao mesmo tempo, os europeus impunham sua lógica de posse. Criavam casamentos entre famílias ricas para legitimar a propriedade das terras, ignorando completamente os povos indígenas que já viviam ali. A terra passava a ter “donos” no papel, apagando a existência de quem sempre pertenceu àquele lugar.

Dentro desse processo de dominação, surgiam também práticas violentas. O chamado “valão” uma grande vala — era usado para abater o gado: os animais eram conduzidos e golpeados para cair já mortos do outro lado. Esse mesmo espaço, marcado pela morte, também se tornava símbolo da violência contra os povos indígenas, muitos dos quais foram levados, forçados ou perderam suas vidas nesse contexto.

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No Brasil colonial, os jesuítas interpretavam os costumes dos povos indígenas a partir da sua própria visão europeia. Quando viam cantos, danças e rituais após uma boa colheita, acreditavam que os indígenas estavam rezando para um “deus”, como no modelo cristão. Mas, na verdade, esses gestos eram formas de agradecer à terra, à natureza e aos ciclos da vida — não uma religião no sentido europeu, e sim uma relação espiritual com o território.

Ao mesmo tempo, os europeus impunham sua lógica de posse. Criavam casamentos entre famílias ricas para legitimar a propriedade das terras, ignorando completamente os povos indígenas que já viviam ali. A terra passava a ter “donos” no papel, apagando a existência de quem sempre pertenceu àquele lugar.

Dentro desse processo de dominação, surgiam também práticas violentas. O chamado “valão” uma grande vala — era usado para abater o gado: os animais eram conduzidos e golpeados para cair já mortos do outro lado. Esse mesmo espaço, marcado pela morte, também se tornava símbolo da violência contra os povos indígenas, muitos dos quais foram levados, forçados ou perderam suas vidas nesse contexto.

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Timelapse desmatamento próximo à Arquimedes - RO
Criei essa animação, para mostrar o avanço do desmatamento no estado de Rondônia. Imagens do satélite Landsat de 1985 até 2024 mostram o avanço das zonas urbanas e rurais sobre a floresta nativa, Só restou mata preservada nas áreas demarcadas como Unidade de Conservação ou Terra Indigena, como a T.I Uru Ewu WauWau que esta sendo invadida pelo agro e atualmente passa por processo de desintrusão