eu honestamente sou bem crítica ao tráfico, acho uma atitude muito anti povo e nada revolucionaria, aquilo é quase uma escravidão, destroi familías negras e indigenas, dizem lutar contra o estado mais financiam a polícia com arrego, precisaria estudar a história das facções pra saber quando essas organizações lumpen nascidas em prisões com encontro de guerrilheiros e prisoneiros comuns viraram oque viraram hoje, matando uns aos outros enquanto a polícia ri e lucra, hoje as facções fazem o serviço do estado, diz que o PCC manda até quando pode fazer rebelião na cadeia, lembro de um período que houve um enfraquecimento e relataram que tavam varias cadeias se revoltando sem pedir permissão, revolta atrapalha os negócios
é uma maquina de moer negro e indigenas favelados, mais pra que? pra pagar a jovens sendo iludidos com uma falsa revolução, ou buscando acensão social e vigança da violência perpretrada pelo estado 70 80 reais a diária? enquanto os de cargo maior ficam com a maioria? isso daí tá errado
eu só sei que em algum momento as facções foram controladas pelo estado, grupos como o CV não eram oque eram nos anos 70 e 80.
Hoje o programa tem que ser uma transformação política pelo nacionalismo dos opromidos nas nações índigenas e africanas, tem que parar com essa visão racista do lumpen como contra-revolucionario, ele é na verdade frequentemente o primeiro a tomar ação contra o estado, a uma frase que diz que se quer ver pra onde uma sociedade vai localize e analíse o lumpen, e tem uma têndencia a formar estados.
movimentos em prisões tem que realmente lutar por melhores condições, fim da tortura, ajuda mútua, movimentos que se especializaram a fazer isso temos como exemplo o mlm(prisons) (maoist ministry of prisons) nos estados unidos, recomendo pesquisar sobre
lembro até de ter tidos conflitos entre a velha guarda revolúcionaria antigamente no CV e a nova guarda pensando só no dinheiro
sou a favor também da criação de meios de re-proletarianisação do lumpen, pra que ele possa estar inserido na cadeia de produção de novo, e não precise recorrer ao crime