A proposta de criação do Estatuto da Educação Indígena ataca o apagamento cultural ao substituir o ensino eurocêntrico por um modelo intercultural e bilíngue. Ele resolve a precariedade financeira ao transferir a gestão para a União, garantindo verbas que hoje se perdem em municípios sem recursos.
A lei acaba com a "integração forçada", permitindo que as aldeias definam seus próprios calendários (baseados em ciclos da natureza) e materiais didáticos. Além disso, resolve a carência de profissionais qualificados ao criar carreiras docentes específicas para indígenas, validando o saber ancestral como ciência. No fim, a escola deixa de ser um lugar de "embranquecimento" para se tornar o principal pilar de resistência e autonomia das futuras gerações.
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