Recebemos com alegria o anúncio da criação da Universidade Indígena, ao lado de uma instituição dedicada ao esporte. Esse será um passo em direção à justa reparação histórica que merecemos, no que tange os nossos saberes tradicionais e nossa ciência natural, fato que há muito reivindicamos. Mas esse avanço, embora simbólico, se mistura à uma preocupação, faltam informações claras sobre datas, planejamento e metodologias, deixando no ar a dúvida sobre até quando precisaremos esperar para que promessas se tornem ações de fato.
Seguiremos vigilantes, pois iniciativas históricas exigem entregas e entrega é o mínimo que exigimos.