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“Tudo isso acontece sem o Estado nos ouvir. Querem destruir o fundo do rio, querem explodir nossos pedrais sagrados, querem lotar o Tapajós de barcaças para levar soja para fora do Brasil. Quem mora aqui somos nós, não as empresas”, disse uma liderança Munduruku.
Os Mundurukus demandam ainda que o governo federal acelere a demarcação de suas terras, movimente os processos parados e, ainda, responsabilizam o Estado pelos conflitos que cresceram à sombra da expansão da soja.

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