Os Aruãs e Anajás ainda habitam o Marajó, preservando práticas, saberes e cosmologias. Essa tradição mostra que a Amazônia nunca foi um “vazio demográfico”, mas sim território de engenharia, arte e espiritualidade profunda.

Os Aruãs e Anajás ainda habitam o Marajó, preservando práticas, saberes e cosmologias. Essa tradição mostra que a Amazônia nunca foi um “vazio demográfico”, mas sim território de engenharia, arte e espiritualidade profunda.
