Pela primeira vez, um bebê indígena pode protagonizar uma campanha da Johnson's Baby, uma das marcas mais tradicionais do país. Wynoã, de apenas 1 ano, das etnias Pataxó e Sateré Mawé, está concorrendo para ser o novo rosto da marca.
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Pela primeira vez, um bebê indígena pode protagonizar uma campanha da Johnson's Baby, uma das marcas mais tradicionais do país. Wynoã, de apenas 1 ano, das etnias Pataxó e Sateré Mawé, está concorrendo para ser o novo rosto da marca.
Pintura não é fantasia. Sexualização não é homenagem.
Nos últimos tempos, temos visto um aumento de postagens feitas por mulheres não indígenas usando pinturas corporais indígenas em contextos sensuais, performáticos ou erotizados, muitas vezes com o discurso de “exaltar” a força da mulher indígena.
Mas precisamos dizer com firmeza: isso não é exaltação, é apropriação e sexualização da nossa cultura.
Para nós, povos originários, as pinturas têm significados profundos — são marcas de pertencimento, proteção espiritual, conexão com a ancestralidade e com o sagrado.
#pinturaéresistência #mulheresindígenasresistem

Pintura não é fantasia. Sexualização não é homenagem.
Nos últimos tempos, temos visto um aumento de postagens feitas por mulheres não indígenas usando pinturas corporais indígenas em contextos sensuais, performáticos ou erotizados, muitas vezes com o discurso de “exaltar” a força da mulher indígena.
Mas precisamos dizer com firmeza: isso não é exaltação, é apropriação e sexualização da nossa cultura.
Para nós, povos originários, as pinturas têm significados profundos — são marcas de pertencimento, proteção espiritual, conexão com a ancestralidade e com o sagrado.
#pinturaéresistência #mulheresindígenasresistem

Pintura não é fantasia. Sexualização não é homenagem.
Nos últimos tempos, temos visto um aumento de postagens feitas por mulheres não indígenas usando pinturas corporais indígenas em contextos sensuais, performáticos ou erotizados, muitas vezes com o discurso de “exaltar” a força da mulher indígena.
Mas precisamos dizer com firmeza: isso não é exaltação, é apropriação e sexualização da nossa cultura.
Para nós, povos originários, as pinturas têm significados profundos — são marcas de pertencimento, proteção espiritual, conexão com a ancestralidade e com o sagrado.
#pinturaéresistência #mulheresindígenasresistem
Pintura não é fantasia. Sexualização não é homenagem.
Nos últimos tempos, temos visto um aumento de postagens feitas por mulheres não indígenas usando pinturas corporais indígenas em contextos sensuais, performáticos ou erotizados, muitas vezes com o discurso de “exaltar” a força da mulher indígena.
Mas precisamos dizer com firmeza: isso não é exaltação, é apropriação e sexualização da nossa cultura.
Para nós, povos originários, as pinturas têm significados profundos — são marcas de pertencimento, proteção espiritual, conexão com a ancestralidade e com o sagrado.
#pinturaéresistência #mulheresindígenasresistem
Pintura não é fantasia. Sexualização não é homenagem.
Nos últimos tempos, temos visto um aumento de postagens feitas por mulheres não indígenas usando pinturas corporais indígenas em contextos sensuais, performáticos ou erotizados, muitas vezes com o discurso de “exaltar” a força da mulher indígena.
Mas precisamos dizer com firmeza: isso não é exaltação, é apropriação e sexualização da nossa cultura.
Para nós, povos originários, as pinturas têm significados profundos — são marcas de pertencimento, proteção espiritual, conexão com a ancestralidade e com o sagrado.
#pinturaéresistência #mulheresindígenasresistem

A primeira rede social feita por e para povos originários. Uma comunidade digital das etnias, para as etnias <br>Mais do que uma rede social, é um espaço de fortalecimento cultural, conexão e pr
A primeira rede social feita por e para povos originários. Uma comunidade digital das etnias, para as etnias
Mais do que uma rede social, é um espaço de fortalecimento cultural, conexão e protagonismo ancestral.