Tainara Takua
🌿 NHE’EN MBORAÍ ETE – Espírito do Canto Sagrado

É com o coração pulsante que anuncio o lançamento do meu primeiro álbum autoral, Nhe’ En Mboraí Ete. Um trabalho que entrelaça ancestralidade, espiritualidade e melodia — para que o canto da floresta ressoe em cada casa, cada coração.

Neste álbum você vai encontrar canções como Intro Floresta, Floresta, Encanto das Crianças, Caminho Iluminado, Os Ancestrais, Nhanderu Ambare e Fortalecimento.

Cada faixa é um convite: abrir os caminhos, honrar os ancestrais, fortalecer laços com a terra e com o espírito coletivo.

Nos próximos dias, Nhe’ En Mboraí Ete estará em todas as plataformas — spotify, apple music, deezer, etc. Que ele voe, encante e toque almas.

Gratidão a todos que caminham comigo nessa jornada de canto, memória e resistência.

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estou em busca de parentes kariri (Paraíba) e pankará (Pernambuco)!

Ari compartilhou um post  
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Em 1996, um grupo de indígenas em Belém do Pará se organizou para quebrar a imagem católica, buscando recuperar o muiraquitã que havia sido forjado junto dela.
A história oficial, contada até hoje, fala apenas de Plácido, o homem que “encontrou” a imagem — mas silencia os povos que tiveram sua espiritualidade e seus símbolos sagrados tomados.
Os marajoaras existem não são vasos na sala da sua casa eles então vivos e continuam a existir, suas faculdades espirituais então vivas em quem faz a viagem astral sem força.

Empodere-se:

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Se as frentes, lideranças e jovens indígenas não conseguirem dialogar entre si, acabamos virando alvo fácil. Recebemos o que “tem pra comer”, quando, na verdade, quem deveria oferecer esse alimento simbólico e espiritual somos nós mesmos, os próprios indígenas.
Os jovens nas universidades, junto com os de retomada e os indígenas urbanos, podem somar forças e construir várias narrativas. É nesse encontro que a retomada se fortalece e que a palavra volta a ter raiz e direção.

Se as frentes, lideranças e jovens indígenas não conseguirem dialogar entre si, acabamos virando alvo fácil. Recebemos o que “tem pra comer”, quando, na verdade, quem deveria oferecer esse alimento simbólico e espiritual somos nós mesmos, os próprios indígenas.
Os jovens nas universidades, junto com os de retomada e os indígenas urbanos, podem somar forças e construir várias narrativas. É nesse encontro que a retomada se fortalece e que a palavra volta a ter raiz e direção.

O discurso ariano é muito perigoso para os nossos povos, mas sair por aí se autodeclarando sem conhecer a cultura desse povo ao qual se diz ser, é perigoso também viu?

Na boa, meus antepassados não morreram aqui no território defendendo nossa cultura pra hoje qualquer pessoa querer dizer ser Tupinambá

Miminda Souza Mudou sua imagem de perfil
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Preparando Berços e Reflorestando...

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DIGA AO POVO QUE AVANÇE, AVANÇAREMOS 🤙