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Em 1996, um grupo de indígenas em Belém do Pará se organizou para quebrar a imagem católica, buscando recuperar o muiraquitã que havia sido forjado junto dela.
A história oficial, contada até hoje, fala apenas de Plácido, o homem que “encontrou” a imagem — mas silencia os povos que tiveram sua espiritualidade e seus símbolos sagrados tomados.
Os marajoaras existem não são vasos na sala da sua casa eles então vivos e continuam a existir, suas faculdades espirituais então vivas em quem faz a viagem astral sem força.