Se as frentes, lideranças e jovens indígenas não conseguirem dialogar entre si, acabamos virando alvo fácil. Recebemos o que “tem pra comer”, quando, na verdade, quem deveria oferecer esse alimento simbólico e espiritual somos nós mesmos, os próprios indígenas.
Os jovens nas universidades, junto com os de retomada e os indígenas urbanos, podem somar forças e construir várias narrativas. É nesse encontro que a retomada se fortalece e que a palavra volta a ter raiz e direção.